-LULA diz que FARC não é problema brasileiro

Como assim o LULA diz que as FARC não é problema brasileiro???
Será que as drogas que vem para o Brasil não sai da Colômbia também e não sustenta as Farc? E nossos brasileiros jovens que se iludem e vão ser guerrilheiros nessa guerrilha imunda?
Ingrid está em fronteira brasileira. E além do mais é uma questão humanitária que não devemos ficar omissos, queria ver se fosse ele que estivesse sequestrado…
E depois essa mania de o LULA se esquivar dos assuntos em nosso entorno sempre prejudica o Brasil, haja vista quando disse que a febre aftosa era um problema dos bois do Paraguai, deu no que deu, diminuiiu a verba nossa e nossos bois foram contaminados e tivemos muito prejuizo.
O Brasil deve se posicionar sim, para mostrar que não tem interesses em ficar de mãozinhas dadas nem com as FARC e nem com o URIBE que quer o terceiro mandato e sabe que Ingrid tem grandes chances de ser eleita se for libertada pois tem 71% das intenções de votos mesmo ainda sequestrada.
E quanto a afirmação dele dizer que não foi chamado pelos parentes de Ingrid é uma tremenda mentira, pois Juan Carlos esteve no brasil e fez vários pedidos à ele e nada, inclusive o PV a alguns anos levou Juan no Congresso e não deram a menor atenção à ele.
Vejam na materia do wikinews como o Brasil está envolvido mais profundamente com as Farc:
Patricia Penna
Alguns blogs que denunciam atuação das FARC no Brasil:

Alerta total contra o foro de São Paulo

Hugo Chavez, Marco Aurelio Garcia e as FARC, tudo a ver

FARC pedem para participar mais ativamente do Foro de São Paulo

O que é o Foro de São Paulo

apoio financeiro da ordem de R$ 5 milhões das FARC para candidatos petistas

Foro de São Paulo e perversão moral

Foro de São Paulo não é fantasia

FARC pedem para participar mais ativamente do Foro de São Paulo

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.

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Segundo as FARC mesmo no governo, seus membros têm compromissos com o Foro de São Paulo.

Segundo as FARC mesmo no governo, seus membros têm compromissos com o Foro de São Paulo.

21 de Fevereiro de 2007

As FARC não estiveram presentes na reunião do XIII Foro de São Paulo, mas enviaram uma carta em que defendem a sua participação no encontro e a luta armada e destacam a participação do Partido dos Trabalhadores do Brasil (PT) para o surgimento do Foro. O PT é o mesmo partido do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que durante muitos anos foi presidente de honra do Foro.

Em sua carta, inicialmente as FARC lembram as circunstâncias em que foi criado o Foro de São Paulo:

Em 1990 já se via vir abaixo o campo socialista, todas as suas estruturas fraquejavam como castelo de cartas… Ao derrubar-se esse modelo, para muitos se acabou a motivação de luta e só ficamos uns poucos sonhadores que nos mantivemos e seguimos mantendo na teoria, na política e na realidade de novas expressões de socialismo… Na América: Cuba ficou só, navegando na crise mais profunda que tocou viver a país algum, com seu comércio que alcançou níveis de queda que não poucos acreditavam impossível de reverter dada a brusca mudança nas fontes e condições de seu comércio exterior.

Segundo as FARC, foi importante a iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT) ao propor a criação do Foro:

É nesse preciso momento que o PT lança a formidável proposta de criar o Foro de São Paulo, trincheira onde nós pudéssemos encontrar os revolucionários de diferentes tendências, de diferentes manifestações de luta e de partidos no governo, concretamente o caso cubano. Essa iniciativa, que encontrou rápida acolhida, foi uma tábua de salvação e uma esperança de que tudo não estava perdido. Quanta razão havia, transcorreram 16 anos e o panorama político é hoje totalmente diferente.

O documento comenta a aliança entre oito países participantes do Foro, os quais atualmente orientam sua política de acordo com os interesses da organização: Cuba, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Equador, Brasil, Uruguai e Argentina.

As FARC lembram que, inicialmente, o Foro contava apenas com um membro fundador no governo (Cuba), porém agora há oito membros fundadores do grupo que estão no governo. As FARC ressaltam que, apesar de essas forças terem chegado ao governo, elas não estão, por causa disso, separadas das obrigações com o Foro de São Paulo: “… pensamos que os partidos que se encontram no Foro e que fazem parte dos governos têm o espaço, o justo direito e a necessidade de pleitear em seus países o fortalecimento do movimento tal como foi criado”.

As FARC protestam contra alguns membros do Foro que não desejam que ela, de caráter militar, participe explicitamente das reuniões do grupo. Segundo as FARC:

Bandeira da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Bandeira da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
 

G1

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11/04/2008 - 17h35 - Atualizado em 11/04/2008 - 18h05 Agencia Estado

Para Lula, ‘Farc não são problema do Brasil’

Presidente afirmou que ‘as Farc não criam problema com o Brasil’.
Chefe de Estado declarou que país não vai ‘dar palpite’ ou ’se meter’ na questão.

Da Agência Estado entre em contato
 

Foto: Ricardo Stuckert/PresidênciaRicardo Stuckert/Presidência

Lula ao lado do primeiro ministro-holandês, Jan Balkenende. (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse mesta sexta-feira (11) em entrevista coletiva, em Haia, que o governo brasileiro não vai “dar palpite” ou “se meter” em assuntos que não dizem respeito ao Brasil. Lula citou o caso do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc): “as Farc não são problema nosso. São um problema da Colômbia. As Farc não criam problema com o Brasil. Enquanto a Colômbia não conversar com o Brasil sobre qualquer coisa das Farc, o Brasil não conversa sobre as Farc”, declarou Lula, que se irritou ao ser questionado se o governo brasileiro não estava sendo omisso em relação a um problema tão grave enfrentado por um país vizinho.

Para Lula, o Brasil não pode interferir nesta questão. “O Brasil não se mete onde não é chamado. Essa é uma lição que a gente aprende quando governa um país. A gente só dá palpite naquilo em que a gente é chamado”, insistiu o presidente.

Segundo Lula, quando chegou a notícia a ele de que estava sendo solicitado ao seu governo que o Brasil enviasse um interlocutor para as negociações com as Farc, a sua primeira providência foi ligar para o seu colega colombiano, Alvaro Uribe, para perguntar se era da concordância dele. “Ele disse que era e eu mandei o Marco Aurélio (Garcia, assessor especial para assuntos internacionais da Presidência)”, resumiu Lula.

 Palpite

“Eu aprendi que, em política internacional, a gente não dá palpite nas coisas dos outros. Não é só invadir o território, não é só invadir as águas não. É não dar palpite”, desabafou Lula. “Se a gente tomar conta do nosso terreiro, com muito carinho, já é bom demais. Se a gente, além do nosso, quiser dar palpite nos outros, começa a ter uma interferência, muitas vezes, desnecessária”, ensinou.

Lula negou ainda que tenha sido chamado por parentes dos seqüestrados para ajudar no processo de libertação deles. “Não, não fui chamado”, resumiu, encerrando o assunto.

2 respostas para: “-LULA diz que FARC não é problema brasileiro”

  1. bois au brésil » -LULA diz que FARC não é problema brasileiro disse:

    […] Original post by admin […]

  2. ELISEU MACHADO disse:

    As FARC tem que ser extirpada da face da terra.

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